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Serviços de táxi têm variação

12/08/2015

Com uma frota atual de 4.392 veículos credenciados, pegar táxi, hoje, na capital cearense, parece ser sinônimo de praticidade. Diante das diversas formas de se acionar o serviço, a reportagem do Diário do Nordeste testou, na tarde de ontem, quatro delas, avaliando os quesitos rapidez, atenção, segurança, conforto e custo benefício. O resultado acabou sendo similar em boa parte dos casos.

O trajeto, da Avenida Desembargador Moreira, no Meireles, até a Praça do Ferreira, no Centro, foi realizado por um carro pegue na rua, outro por meio do aplicativo para smartphone Easy Táxi, outro pela central telefônica Rádio Táxi Fortaleza e o último por meio do serviço Táxi Amigo. Exatamente ao mesmo tempo, os repórteres se dispuseram no ponto de partida e solicitaram seus veículos.

O mais rápido, chegando exatamente no tempo previsto, de um minuto, foi o carro acionado por meio do aplicativo. O serviço identifica a localização do cliente através do GPS do celular e envia o carro que está mais próximo ao local. Logo em seguida, após 1 minuto e 30 segundos, um táxi parou na rua para o passageiro embarcar. Já quem pediu por central telefônica teve que esperar três minutos para ser atendido e mais sete para a chegada do veículo. Por fim, o pedido do Táxi Amigo, também via central telefônica, acabou sendo o mais demorado, levando exatos 28 minutos e 13 segundos. A justificativa do condutor foi o trânsito.

O trajeto dos carros credenciados foi similar, passando por vias como Padre Valdevino, José Vilar, Heráclito Graça e Floriano Peixoto. O Táxi Amigo trafegou em vias como Pontes Vieira e 13 de Maio. Em todos os casos, os condutores foram atenciosos, porém reservados. O motorista do veículo pegue na rua perguntou opção de trajeto desejado. Todos dirigiram dentro da velocidade permitida. Entretanto, o condutor a serviço do Easy Táxi furou um semáforo e o do táxi Amigo não utilizou cinto de segurança, além de levar o celular em uma das mãos durante todo o percurso.

Os veículos aparentavam ser novos e tinham ar condicionado. O primeiro a chegar ao destino foi o carro do Easy Táxi, em 19 minutos, seguido pelo veículo apanhado na rua, em 23 minutos, Rádio Táxi Fortaleza, em 18 minutos e Táxi Amigo, em 21 minutos. As cobranças foram, nesta ordem, de R$ 17; R$ 18; R$ 17,50 e R$ 28.

Fiscalização

De acordo com o chefe de Fiscalização da Empresa de Transporte Urbano de Fortaleza (Etufor), Alessandro Gaspa, a frota da Capital tem, em média, três anos e dois meses, estando em andamento um processo licitatório para mais 490 vagas.

Segundo ele, 325 veículos foram autuados e apreendidos por atuarem fora da lei somente no primeiro semestre de 2015. A média de apreensão nos anos de 2013 e 2014 foi de 1.700 carros.

Alessandro diz, ainda, que os táxis passam por vistoria anual, onde são observados itens de conforto, mecânica, comunicação visual e documentação. Sobre o uso de aplicativos pelas empresas de táxi, ele afirma que os smartphones facilitam o tráfego pela cidade e ajudam no trabalho dos profissionais. "São agentes facilitadores do trânsito. Os veículos, na maioria das vezes, só saem quando são chamados pelo aplicativo, evitando congestionamentos", relata. Sobre o aplicativo Uber, que vem sendo proibido em algumas capitais do País, ele ressalta que, caso o serviço chegue em Fortaleza, os motoristas que se cadastrarem serão autuados, pois a ferramenta fere leis municipais e também o Código Brasileiro de Trânsito (CBT), assim como o Táxi Amigo.

Mais informações

Etufor

Av. Dos Expedicionários, 5677, Vila União

(85) 3452.9228 / 3452.9205

 

(Fonte: Jornal Diário do Nordeste)

 

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